segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

Find

Linux (debian) - como instalar software de pesquisa de ficheiros:


Comandos utilizados:
sudo apt-get update
sudo apt-get install gnome-search-tool
gnome-search-tool

domingo, 12 de fevereiro de 2017

Wine


Wine 2.0

https://wiki.winehq.org/Ubuntu

Uma das aplicações mais úteis para se efetuar a transição do Windows para o Linux, o WINE.


Wine (acrónimo recursivo para WINE Is Not an Emulator, isto é, WINE Não é um Emulador, em tradução livre) é um projecto para sistemas operativos UNIX que permite a executar nesse ambiente algum software especificamente concebido para o Microsoft Windows. Wine traduzido literalmente do inglês para o português significa vinho, o que levou à escolha de uma taça de vinho como logomarca do Wine.

O WINE é uma implementação livre das bibliotecas do Windows no Linux, não sendo portanto um emulador, pois ele não faz nenhuma emulação para executar softwares para Windows. O WINE funciona como uma camada que expõe uma API compatível com a do Windows; ao serem executadas as diferentes funções, o Wine irá traduzi-las para rotinas em UNIX cujo resultado seja idêntico.

O WINE atua então apenas como um tradutor ou um interpretador de linha de comando, muito parecido com um shell, toda vez que ocorre uma chamada para a função desenha Cubo que estava implementada na DirectX.dll por exemplo, o WINE traduz esta chamada para uma de suas próprias bibliotecas em que alguém escreveu uma função similar para realizar o mesmo, desenhar um cubo na tela. Por isto as vezes os jogos que rodam em cima do Wine geram erros, pois executam chamadas a funções que o WINE não sabe como interpretar, isto é, chamam bibliotecas ou funções muito novas que os desenvolvedores do WINE não implementaram. Se o wine fosse de fato um emulador e uma máquina virtual perfeita, a princípio, todos os programas do Windows deveriam rodar no Linux sem problemas.

O Wine ainda disponibiliza a sua própria biblioteca (Winelib) por forma a que o código-fonte dos programas concebidos para Windows possa ser compilado no ambiente UNIX.

O nome Wine era inicialmente um acrónimo de WINdows Emulator. Seu significado mais tarde deslocado para o Acrônimo recursivo, Wine Is Not an Emulator. Embora o nome às vezes aparece sob as formas WINE e wine, os desenvolvedores decidiram padronizar para Wine..

O Wine foi também um dos alfas mais longos de todos. Levou cerca de 12 anos desde o início de seu desenvolvimento em em 1993, por Bob Amstadt e Eric Youngdale, até a versão 1.0, lançada em junho de 2008.
O projeto está atualmente na versão 1.3.18 desde 15 de abril de 2011. Já executa muitos programas, entre eles:
O líder do projeto é Alexandre Julliard.

O Wine também pode rodar os softwares: Format Factory (conversor de arquivos), HQ (histórias em quadrinhos), os aplicativos que vem em CDs de revistas e outros projetados para o sistemas Microsoft Windows

Executa também jogos muito conhecidos, como Need for Speed Underground, Warcraft III, Starcraft, Max Payne, Max Payne 2: The Fall of Max Payne, Counter Strike, Half-Life, Half-life², World of Warcraft, Resident Evil 4, Tetris Zone, entre outros. Há também um fork do Wine conhecido como Cedega (antigo Winex) que visa maior compatibilidade com jogos, tendo implementações mais avançadas do Directx 9.0, tendo suporte à Pixel Shaders 2.0 e Vertex Shaders 2.0, por exemplo.

fonte: Wikipédia


Instalar no Linux:

Primeiro que tudo deverão aceder à linha de comandos e isto obtém-se através do menu inicial do Ubuntu:

Acessories > Terminal

Aqui deverão digitar:

sudo add-apt-repository ppa:ubuntu-wine/ppa

<ENTER>

sudo apt-get update

<ENTER>

sudo apt-get install wine1.3

<ENTER>

Já está!

- - -

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prof-2004

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Partilhar pastas do Linux com o Windows.

Durante a minha pratica profissional sempre tive a necessidade de armazenar e aceder a ficheiros através da rede interna, sendo que, uma das situações que ocorre é o facto do sistema operativo instalado nos computadores existentes na rede não ser o mesmo.


Assim, deitemos "mãos à obra":

1. Aceder ao terminal no linux (no caso Ubuntu) e obter acesso root:

sudo su

2. Entrar com as credenciais dessa conta de utilizador.

3. Criar a pasta, e respetiva localização no pc, que desejamos partilhar na rede:

mkdir /mnt/nome_da_pasta

4. Dar as permissões desejadas a essa pasta, neste caso todas:

chmod 777 -R /mnt/nome_da_pasta

5. Abrir o Nautilus, explorador de ficheiros, e criar a partilha com um clique do botão direito do rato sobre a mesma e:


6. No Windows, pesquisar pelo IP da máquina e mapear a unidade de rede com as respetivas credenciais da mesma.

Done.

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Atualizar drivers wifi no "ubuntu"

Como instalar drivers wifi quando os derivados do Ubuntu não conseguem colocar os computadores a aceder à rede sem fios?

No terminal (sudo su):

1. Desinstalar o driver wl (caso esteja instalado):
apt-get purge/remove bcmwl-kernel-source
2. Efetuar, num pc com ligação à internet, o download dos ficheiros:

3. Listar so componentes do pc(ex: Broadcom Corporation BCM43142 802.11b/g/n):
lspci

4. Instalar os ficheiros *.deb - dpkg -i ficheiro.deb

5. Ativar o driver b43 - modprobe b43

(em atualização)

sexta-feira, 18 de março de 2016

ART2: Editor de vídeo Openshot 2.0 (@pplware.sapo.pt)

Compilação de ferramentas para produção multimédia no Linux


 Primeiro de tudo uma introdução (fonte: http://www.openshot.org):

 OpenShot Video Editor é um editor de vídeo livre, open-source para Linux. OpenShot pode utilizar seus vídeos, fotos e arquivos de música e ajudá-lo a criar o filme que sempre sonhou. Adicione facilmente sub-títulos, transições e efeitos, e, em seguida, exporte o seu filme para DVD, YouTube, Vimeo, Xbox 360, e muitos outros formatos comuns.  


 Agora a instalação (fonte: pplware.sapo.pt):

Basta a abrir uma página do terminal e utilizar os seguintes (3) comandos:

sudo apt-add-repository ppa:openshot.developers/libopenshot-daily
sudo apt-get update
sudo apt-get install openshot-qt

 Um exemplo de um vídeo criado com o openshot (fonte: 3...2...1...ACTION) :


By
@

quarta-feira, 9 de março de 2016

Apps do Android no Linux (@PPLWARE.SAPO.PT)

Shashlik: Execute aplicações do Android no Linux

 A loja de aplicações da Google disponibiliza hoje milhões de aplicações desenhadas especialmente para smartphones e tablets. Mas, com projectos como o RemixOS ou o Phoenix OS é possível executar essas apps num ambiente Desktop.

Para quem quiser desfrutar das apps do Android no Linux basta que use o Shashlik.

Obter o .deb aqui.
Obter o APK (por exemplo, via APK Mirror)
/opt/shashlik/bin/shashlik-install nomeapp.apk

BY
@

domingo, 19 de maio de 2013

USB2


Encontrando-me hoje a explorar o linux-debian7, tive a necessidade de baixar uma outra distribuicao.

Ao procurar pela unica forma que conhecia de "queimar" uma pen-usb com uma qualquer distribuicao "linux", ou seja, recorrendo ao "startup disk creator", como descrevi neste post, reparei que o mesmo nao existia no Debian...

Como "googlar" parece ser, hoje em dia, uma das melhores formas de encontrar informacao deparei-me com esta informacao, rocerrendo assim ao unetbootin que conhecia mas em ambiente Windows.


Este permite efetuar exatamente o que pretendia, pelo que foi apenas necessario avancar com os comandos no terminal:

sudo apt-get install unetbootin
Que me instalou este programa bastante facil de utilizar.

- - -

Tentemos agora o Mint...

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prof-2004

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Terminal

Dou por mim muitas vezes a utilizar o terminal da minha versão linux, seja para editar algo em particular, seja para instalar alguma aplicação.

Como uma das minhas vantagens deste sistema operativo é a sua enorme possibilidade de personalização, pensei em personalizar também o terminal.

[usando o terminal]
Para isto tive de editar o ficheiro .bashrc
Isso faz-se com o comando gedit ~/.bashrc
Quando este abre devemos encontrar a linha #force_color_prompt=yes
E devemos "des"comentá-la, removendo o #, ficando assim force_color_prompt=yes
Grava-se o ficheiro, fecha-se e volta-se a abrir o terminal para ver a diferença.
 
Claro que a cor que fica é a que o linux tem predeterminada.
Podemos sempre alterar para a cor que desejamos.
Para isso devemos encontrar o seguinte código:
if [ "$color_prompt" = yes ]; then
    PS1=’${debian_chroot:+($debian_chroot)}\[\033[01;32m\]\u@\h\[\033[00m\]:\[\033[01;31m\]\w\[\033[00m\]\$ ‘
else
    PS1=’${debian_chroot:+($debian_chroot)}\u@\h:\w\$ ‘
fi
O valor 1:32 refere-se à cor verde apresentada agora no terminal - é esta que devemos alterar.

Testem um pouco com os valores para encontrar a cor que mais gostam.
Para personalizar um pouco mais basta continuar a editar o bloco de código acima:

[:][~][$]
PS1='${debian_chroot:+($debian_chroot)}\[\033[01;36m\]\u@\h\[\033[00m\]:\[\033[01;31m\]\w\[\033[00m\]\$ '
- -
PS1='${debian_chroot:+($debian_chroot)}\[\033[01;36m\]\u@\h\[\033[01;33m\]:\[\033[01;31m\]\w\[\033[01;33m\]\$ '
- -

Existem bastante mais opções disponíveis, mas fico-me por aqui (pois foi o objetivo da minha personalização)

Referência:

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Alterar o Grub2 no Ubuntu


Mais do que uma vez, ao atualizar a minha versão do [L]Ubuntu, reparei que a ordem de boot ficava diferente.

Isto causava alguns transtornos na medida em que alterava o arranque do PC para outra partição/sistema operativo diferente daquele que eu desejava.

Claro que para tudo há solução, pelo que a seguir a exponho.

1º - Verificar as opções de boot que tenho atualmente no PC (através do terminal):


sudo update-grub

Generating grub.cfg ...
Found linux image: /boot/vmlinuz-3.2.0-37-generic
Found initrd image: /boot/initrd.img-3.2.0-37-generic
Found memtest86+ image: /boot/memtest86+.bin
Found Windows (loader) on /dev/sda1
done

2º - Alterando a ordem de boot (imaginemos que desejo que o windows seja a primeira opção):


2.1 - Verificar qual é o primeiro (no terminal):


sudo nano /etc/default/grub 

Procure pela linha (1ª não-comentada): GRUB_DEFAULT=0 (logo no começo do arquivo)
Ela define qual será o sistema a ser carregado por default.

O valor a ser colocado está de acordo com a ordem em que aparece no menu do grub.
O padrão é '0' -> primeiro, se o SO que desejamos está em 4º na lista, então alterasse para:
GRUB_DEFAULT=3 
(NOTA: A contagem começa em 0... 0,1,2,3)

2.2 - Alterar e Gravar as alterações:

> Basta fazer manualmente a alteração, movendo o cursor para a linha desejada como se estivesse a utilizar o nosso processador de texto favorito.

> Grava-se o arquivo (Ctrl+O), e saia-se (Ctrl+X)

3º - Atualiza-se o grub (novamente no terminal):

sudo update-grub

Após estes procedimento, podemos reiniciar o PC para verificar a alteração efetuada:

sudo shutdown -r now



Links de referência:

http://www.vivaolinux.com.br/topico/UbuntuBR/Ordem-de-boot-no-grub
http://linuxpoison.blogspot.pt/2010/11/how-to-change-grub-2-default-timeout.html


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prof-2004

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

UBUNTU XP/7 LIKE

Olá novamente,

Cá estou eu outras vez a adulterar o meu ubuntu.

Desta vez muitos utilizadores me quererão chacinar, mas deixe-me primeiro explicar.

Muitos conhecidos meus nem testaram ainda o linux porque a transição é bastante difícil. Mais pelo facto de o ambiente ser totalmente estranho. Menus em locais e com comportamentos diferentes...

Contudo existem diversas aplicações para que o nosso linux se pareça com o Windows... alguns de vós até ficarão surpreendidos com as similaridades com o ambiente WIN.

É o caso da aplicação win2-7, que neste caso pretende que o nosso Gnome se pareça com o WIN7. O mesmo grupo desenvolveu anteriormente uma aplicação semelhante com o WINXP.

Eu divulguei este facto a pessoas conhecidas, que por aí começaram e agora já abandonaram o win de vez!

Para não mudar o meu modus operandi (modo de atuação), aqui ficam umas pequenas linhas de código a utilizar no terminal/consola do nosso linux. Atenção que estas efetuam modificações apenas no ambiente GNOME - se não é este que possuem no vosso linux, podem sempre instalá-lo como já referi num post anterior.

sudo add-apt-repository ppa:upubuntu-com/gtk3
sudo apt-get update
sudo apt-get install win2-7

Experimentem e depois digam o que acharam.

prof-2004

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Art

Olá a todos.

Estava eu  a tentar efetuar alguns trabalhos multimédia no meu [L]ubuntu e precisei de fazer edição de vídeo como antes fazia no Windows Live Movie Maker, e pensei se o Linux não teria algum programa semelhante.

Encontrei alguns bastante interessantes, como o pitivi, cinelerra, openshot, Kdenlive, VLMC, etc, ...

Contudo adorei o que encontrei num fórum em língua castelhana. Aqui fica o texto:

"Pero he llegado a la conclusion, que lo mejor, es no usar uno, eso te limita. A mi parecer, cada programa vale para una cosa.

Por ejemplo, para el ultimo video que he editado, he usado Pitivi para cortar los fragmentos de video, para despues importarlos a Open-Shot, que es en el que realmente he editado el video.

De todas formas, Openshot, si que te permite cortar los videos, ademas, con dos herramientas, la de corte directamente, o la de redimensionado de trozos.

Yo creo que es el mejor, y el mas simple, porque ademas, te permite trabajar con Inkscape, para hacerte titulos y efectos impresionantes.

Como los uso es asi:

Openshot -> El trabajo principal, donde vas armando el video, con sus diferentes partes, transiciones y demas efectos y cosas;

Pitivi -> Cortar videos largos para hacer clips que insertar en el Openshot;

GIMP -> Junto al paquete gimp-gap + mplayer, te permite dividir un video en frames, que ademas, puede editar para hacer efectos y demas que luego incluyes en Openshot y queda perfecto;

Inkscape -> Viene por defecto su integracion con Openshot, y vale para personalizarte los titulos, textos o lo que quieras ir incluyendo en el video;

Blender -> Lo usa Openshot para crear titulos en 3D, y quedan bastante bien (tarda muchisisisisimo eso si...).

Subire mi video para que veais como mas o menos queda jeje"

Assim, instalei todos os programas acima descritos e para minha surpresa o resultado foi bastante satisfatório :D, pelo que o mesmo foi digno de registo aqui no meu blogue de notas pessoais relativas ao linux.

Abraços

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Hibernar o L(ubuntu) pelo terminal


 
Há algum tempo que reparei que a minha versão do ubuntu deixou de hibernar, aparecia-me sempre uma mensagem de 'not allowed'.

Após algumas pesquisas na internet deparei-me com um site bastante útil e português - o pplware.

Nele descobri que ao digitar, no terminal a linha sudo pm-hibernate o computador hibernava instantaneamente.

Fiquei bastante agradado com a descoberta pelo que a partilho aqui.

Abraços

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Versão

 
 Uma das dúvidas que muitas vezes me surgia era saber qual a versão atual do meu ubuntu.

Com tantas atualizações fica dificil saber ao certo, assim pesquisei como saber facilmente qual a que estou a usar em cada momento:

A combinação de teclas CTRL+ATL+T abre a janela terminal

Depois digita-se: lsb_release -a -> ENTER

O terminal rapidamente nos dá a versão que tão desejamos saber!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Look


   Outra grande necessidade ao utilizar o linux prende-se com a personalização do ambiente de trabalho.

   Quando utilizava o windows, muitas foram as vezes que mudei a imagem de fundo, a cor da barra de tarefas... instalei dezenas de utilitários que me permitiam mudar os ecrãs de boot e de login/logout... enfim... a personalização de quem nunca está satisfeito...

   No linux a minha vontade não foi diferente e, para minha alegria podemos utilizar dezenas de conjuntos de ícones diferentes, cores para todos os gostos e até mesmo possuir na nossa distribuição linux vários sistemas de ambiente de trabalho como se tivessemos vários linuxes no mesmo pc...

   Assim, posto aqui para minha consulta futura os procedimentos para:

1- Alterar o ambiente de trabalho da minha distribuição (lxde, xfce, ...);
2- Personalizar a minha distribuição linux (cores, icones, ...)

   Posto isto...

1- Para instalar mais ambientes de trabalho na minha distribuição basta dirigir-me ao centro de software ou de gestor pacotes synaptic e procurar por Desktop Environment ou Ambiente de trabalho... e procurarmos pelas diferentes versões de ambientes de trabalho existentes, tais como, LXDE, XFCE, etc... nada que uma boa 'pesquisadela' na wikipédia não ajude...

2- Personalizar o ambiente de trabalho que usamos ainda é mais fácil. Dirigimo-nos ao menu Preferências-Personalizar aparência e comportamento. Aqui podemos mudar o estilo de janelas, cores, ícones e muito mais.

Experimentem tudo ;)
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prof-2004

sábado, 1 de setembro de 2012

-Kernel


 Farto de ver, no arranque do meu computador, o grub cheio de versões antigas do kernel deixadas por atualizações antigas, tive de pesquisar na internet uma forma de resolver este problema.

Encontrei o site http://ubuntuguia.blogspot.pt que me deu a seguinte solução:

No terminal verificar qual a versão atual do kernel, digitando: uname -r

  Após este procedimento, do qual deve resultar algo do tipo 3.2.0-29-generic, devemo-nos dirigir ao Synaptic para localizar os kerneis instalados no pc. 
   Isto faz-se digitando na busca linux-image-2, obtendo o resultado atrás desejado, pelo que temos então acesso à remoção (marcando para desinstalação) do(s) respetivo(s) kernel(is).

   Atenção apenas para não remover o kernel atual..... faz-me lembrar o dia em que apaguei o ficheiro autoexec.bat do meu windows 3.1

-_-



quarta-feira, 21 de março de 2012

USB Ubuntu

Boas, hoje irei postar como podemos andar com a nossa versão do linux Ubuntu numa pen USB.

Podemos faze-lo de diversas formas:

 

No Windows:

Necessitamos de uma pen USB com pelo menos 2GB

A melhor forma é fazer o download e instalação do Pen Drive Linux's USB Installer

Depois basta selecionar a versão do Ubuntu ou qualquer outro Linux da lista:
 
Se tivermos já uma imagem ISO da versão desejada podemos procurá-la no nosso PC ou efetuar o download da mesma clicando em downloaded ISO file:
 
Finalmente escolhemos a drive USB e criamos a nossa versão portátil do SO
 
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No Ubuntu

  1. Inserimos a pen de 2GB numa porta USB
  2. Abrimos o Startup Disk Creator/Criador de Disco de Arranque
  1. Selecionamos a versão da imagem ISO que já possuimos no PC (ou fazemos download da mesma, procurando-a na internet.)
  1. Escolhemos a pen USB desejada para a instalação e clicamos 'Make Startup Disk'/''
Já está! Agora basta definir o arranque na BIOS do PC para a pen USB (normalmente no arranque do PC temos de pressionar F2, F10, F12 ou DELETE para aceder ao menu da BIOS do PC) e podemos utilizar a nossa versão portátil do UBUNTU.
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prof2004

sexta-feira, 29 de abril de 2011

UBUNTU


O sistema Ubuntu:


Ubuntu é um ou sistema operativo de código aberto construído em volta do núcleo GNU/Linux baseado no Debian, sendo o sistema operativo de código aberto mais popular do mundo. É patrocinado pela Canonical Ltd (dirigida por Jane Silber).

O Ubuntu diferencia-se do Debian por ser lançado semestralmente, por disponibilizar suporte técnico nos dezoito meses seguintes ao lançamento de cada versão (excepto nas versões LTS, ou seja, Long Term Support) (em inglês) e pela filosofia em torno de sua concepção.

A proposta do Ubuntu é oferecer um sistema operativo que qualquer pessoa possa utilizar sem dificuldades, independentemente de nacionalidade, nível de conhecimento ou limitações físicas. O sistema deve ser constituído totalmente de software gratuito e livre, além de isenta de qualquer taxa.

A Comunidade Ubuntu ajuda-se mutuamente, não havendo distinção de novatos ou veteranos; a informação deve ser compartilhada para que se possa ajudar quem quer que seja, independentemente do nível de dificuldade. Os fãs do Ubuntu são conhecidos como ubuntistas, ubunteiros ou ubunteros.

O sistema operativo Ubuntu está em primeiro lugar no Distrowatch, página especializada em catalogar o desempenho e uso dos muitos sistemas operativos com núcleo Linux.

Em 8 de julho de 2005, Mark Shuttleworth e a Canonical Ltd anunciaram a criação da Fundação Ubuntu e providenciaram um suporte inicial de U$ 10.000.000,00 (dez milhões de dólares). A finalidade da fundação é garantir apoio e desenvolvimento a todas as versões posteriores à 5.10.
O nome "Ubuntu" AFI[u'buntu] deriva do conceito sul africano de mesmo nome , diretamente traduzido como "humanidade com os outros" ou "sou o que sou pelo que nós somos".

Cquote1.svg Uma pessoa com Ubuntu está aberta e disponível aos outros, assegurada pelos outros, não sente intimidada que os outros sejam capazes e bons, para ele ou ela ter própria auto-confiança que vem do conhecimento que ele ou ela tem o seu próprio lugar no grande todo. Cquote2.svg
Arcebispo Desmond Tutu em Nenhum Futuro Sem Perdão (No Future Without Forgiveness)

Esse nome busca passar a ideologia do projeto, baseada nas liberdades do software livre e no trabalho comunitário de desenvolvimento.

O sistema é muito comumente chamado "Ubuntu Linux", porém, oficialmente a Canonical, desenvolvedora do sistema, usa apenas o nome "Ubuntu", uma vez que o sistema ao ser portado para outros núcleo livres para além do Linux recebe outros nomes (por exemplo, o Ubuntu implementado sobre o OpenSolaris recebe o nome de "Nexenta") - ao contrário do Debian, por exemplo, que recebe este nome independentemente do núcleo usado.


Modificações na versão (atual) 11.04

  • Gnome 2.32.1 (Fork para Unity)
  • Completa reestruturação na interface gráfica, substituindo o Gnome-Panel pelo Unity (porém Gnome-Panel ainda pode ser usado pelo modo clássico)
  • Banshee como player de mídia padrão no lugar de Rhythmbox
  • LibreOffice como suíte de escritório padrão no lugar do OpenOffice
  • Linux Kernel 2.6.38
  • Firefox 4.0
  • Melhoria gráfica nos temas GTK do Ubuntu (Ambiance e Radiance)
fonte: Wikipédia

Para qualquer pessoa que se inicia no Linux, a paciência terá de ser bastante, pois as diferenças face ao Windows são muitas. Alguém uma vez disse: "A prática faz a perfeição" e isto não podia ser mais verdade. Eu, por exemplo, tive de fazer uma ou duas tentativas até mudar definitivamente, o que aconteceu já há quase um ano.

Mas e aqueles programas que estamos acostumados a utilizar no Windows?
É possível utilizá-los no Linux?

Existe uma aplicação para Linux que permite fazê-lo, o WINE.



Deles vos falarei na próxima mensagem (entre outras coisas...).

Aqui vos deixo um breve resumo de como instalar o Linux-Ubuntu.

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prof-2004

Linux


Boas.

Vou dar início a este blogue explicando o que é o Linux e um pouco da sua história.

Linux é o termo geralmente usado para designar qualquer sistema operativo que utilize o núcleo Linux. Foi desenvolvido pelo finlandês Linus Torvalds, inspirado no sistema Minix. O seu código fonte está disponível sob licença GPL para qualquer pessoa que utilizar, estudar, modificar e distribuir de acordo com os termos da licença.

Inicialmente desenvolvido e utilizado por grupos de entusiastas em computadores pessoais, o sistema Linux passou a ter a colaboração de grandes empresas, como a IBM, Sun Microsystems, Hewlett-Packard (HP), Red Hat, Novell, Oracle, Google, Mandriva e a Canonical.


Apoiado por pacotes igualmente estáveis e cada vez mais versáteis de aplicativos para escritório (LibreOffice; BrOffice, por exemplo) ou de uso geral, por programas para micro e pequenas empresas gratuitos mas que em nada ficam a dever aos seus concorrentes comercializados (projeto GNU), e interfaces gráficas cada vez mais amigáveis como o KDE e o GNOME, o núcleo linux, conhecido por sua estabilidade e robustez, tem gradualmente caido no domínio popular, encontrando-se cada vez mais presente nos computadores de uso pessoal atuais. Há muito entretanto destaca-se como o sistema operacional preferido em servidores de grandes porte, encontrando-se quase sempre presente nos "mainframes" de grandes empresas comerciais e até mesmo no computador mais rápido do mundo, o Tianhe-I, chinês.


O núcleo Linux foi, originalmente, escrito por Linus Torvalds do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Helsinki, Finlândia, com a ajuda de vários programadores voluntários através da Usenet (uma espécie de sistema de listas de discussão existente desde os primórdios da Internet).


Linus Torvalds começou o desenvolvimento do núcleo como um projeto particular, inspirado pelo seu interesse no Minix, um pequeno sistema UNIX desenvolvido por Andrew S. Tanenbaum. Ele limitou-se a criar, nas suas próprias palavras, "um Minix melhor que o Minix" ("a better Minix than Minix"). E depois de algum tempo de trabalho no projecto, sozinho, enviou a seguinte mensagem para comp.os.minix:


Cquote1.png Você suspira pelos bons tempos do Minix-1.1, quando os homens eram homens e escreviam seus próprios "device drivers"? Você está sem um bom projecto em mãos e deseja trabalhar num S.O. que possa modificar de acordo com as suas necessidades? Acha frustrante quando tudo funciona no Minix? Chega de noite ao computador para conseguir que os programas funcionem? Então esta mensagem pode ser exactamente para você. Como eu mencionei há um mês atrás, estou trabalhando numa versão independente de um S.O. similar ao Minix para computadores AT-386. Ele está, finalmente, próximo do estado em que poderá ser utilizado (embora possa não ser o que você espera), e eu estou disposto a disponibilizar o código-fonte para ampla distribuição. Ele está na versão 0.02... contudo eu tive sucesso ao executar bash, gcc, gnu-make, gnu-sed, compress etc. nele. Cquote2.png


Curiosamente, o nome Linux foi criado por Ari Lemmke, administrador do site ftp.funet.fi que deu esse nome ao diretório FTP onde o núcleo Linux estava inicialmente disponível. (Linus tinha-o baptizado como "Freax", inicialmente)


No dia 5 de outubro de 1991 Linus Torvalds anunciou a primeira versão "oficial" do núcleo Linux, versão 0.02. Desde então muitos programadores têm respondido ao seu chamado, e têm ajudado a fazer do Linux o sistema operativo que é hoje. 

No início era utilizado por programadores ou só por quem tinha conhecimentos, usavam linhas de comando. Hoje isso mudou, existem diversas empresas que criam os ambientes gráficos, as distribuições cada vez mais amigáveis de forma que uma pessoa com poucos conhecimentos consegue usar o Linux. Hoje o Linux é um sistema estável e consegue reconhecer muitos periféricos sem a necessidade de se instalar os drivers de som, vídeo, modem, rede, entre outros.






O símbolo do software foi escolhido pelo seu criador(Linus Torvalds),que um dia estava no zoológico e foi surpreendido pela mordida de um pinguim.Fato curioso e discutido até hoje.


Em 1996, muitos integrantes da lista de discussão "Linux-Kernel" estavam discutindo sobre a criação de um logotipo ou de um mascote que representasse o Linux. Muitas das sugestões eram paródias ao logotipo de um sistema operacional concorrente e muito conhecido (Windows). Outros eram monstros ou animais agressivos. Linus Torvalds acabou entrando nesse debate ao afirmar em uma mensagem que gostava muito de pingüins. Isso foi o suficiente para dar fim à discussão.


Depois disso, várias tentativas foram feitas numa espécie de concurso para que a imagem de um pingüim servisse aos propósitos do Linux, até que alguém sugeriu a figura de um "pingüim sustentando o mundo". Em resposta, Linus Torvalds declarou que achava interessante que esse pingüim tivesse uma imagem simples: um pingüim "gordinho" e com expressão de satisfeito, como se tivesse acabado de comer uma porção de peixes. Torvalds também não achava atraente a idéia de algo agressivo, mas sim a idéia de um pingüim simpático, do tipo em que as crianças perguntam "mamãe, posso ter um desses também?". Ainda, Torvalds também frisou que trabalhando dessa forma, as pessoas poderiam criar várias modificações desse pingüim. Isso realmente acontece. Quando questionado sobre o porquê de pingüins, Linus Torvalds respondeu que não havia uma razão em especial, mas os achava engraçados e até citou que foi bicado por um "pingüim assassino" na Austrália e ficou impressionado como a bicada de um animal aparentemente tão inofensivo podia ser tão dolorosa.


fonte: Wikipédia



Este é o sistema operativo que utilizo no dia-a-dia em casa, uma vez que no meu local de trabalho existe grande resistência à mudança.

Na próxima mensagem falarei um pouco da versão que tenho no meu portátil: O Ubuntu.

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prof-2004